Um jogador perdeu 30.000 euros num casino subterrâneo e denunciou o facto ao proprietário

Um jogador perdeu 30.000 euros num casino subterrâ...

No setor de jogos de azar (e em outros lugares), não é incomum que empreendedores ilegais sejam vítimas de reclamações de seus clientes. Este facto está intimamente relacionado com um grande número de tratados filosóficos, segundo os quais todo o mal se autodestrói.

O breve histórico deste artigo relata outro caso semelhante. Isto aconteceu em Chipre, onde o jogo é legal há muitos anos e acolhe muitos festivais de poker populares.

Embora Chipre tem muitos cassinos legais em terra, jogos ilegais ainda existem na ilha. Todos os anos, as autoridades policiais locais reprimem a actividade nestes estabelecimentos, mas este nicho é constantemente ocupado por novos empresários ilegais.

Recentemente, outro casino clandestino foi fechado em Chipre. Nada fora do comum, exceto que o organizador deste lugar secreto foi denunciado por seus clientes regulares. A polícia da cidade chamada Paphos apresentou uma declaração a um residente local de 63 anos sobre a organização de jogos de azar ilegais.

O apostador perdeu cerca de 30 mil euros num ano no local e, depois, apenas informou a polícia sobre os organizadores do local. Para não ficar para trás, os policiais realizaram uma inspeção surpresa na loja. Como resultado, funcionários e visitantes ilegais do casino foram detidos. Um casal de idosos em particular foi detido e libertado após interrogatório e acusação.

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Comentário (2)

  • Mendonca.luciana

    Este texto relata um caso em que um cliente denunciou um cassino clandestino em Chipre, levando à detenção dos responsáveis. Isso mostra como a ilegalidade no setor de jogos de azar pode levar à autodestruição das atividades ilegais.

  • Este texto descreve um caso de fechamento de um cassino clandestino em Chipre, onde um residente local denunciou os organizadores após perder uma grande quantia de dinheiro no local. Isso mostra como empreendedores ilegais no setor de jogos de azar acabam sendo vítimas de reclamações e repressão policial.

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